quinta-feira, 24 de setembro de 2015

4º Fórum Internacional Habitat do Cidadão


Nos próximos dias 1 e 2 de outubro de 2015 ocorrerá o 4º Fórum Internacional Habitat do Cidadão que irá aprofundar os debates realizados em 2013 no último fórum. O evento discutirá a crescente urbanização e conurbação em áreas metropolitanas e problemas decorrentes e pretende criar uma abrangente discussão que aborde a questão do saneamento e demais problemas urbanos (mobilidade, poluição, habitação, áreas verdes, equipamentos urbanos, entre outros) e suas interligações.

Mais informações em:
habitatdocidadao.com.br

4º Seminário Nacional de Construções Sustentáveis


Mais informações em:
4º SNCS

Página no Facebook:
facebook - SNCS

UrbanTec Brasil 2015 – Soluções Inteligentes para Cidades Melhores



        Nos próximos dias 1 e 2 de outubro de 2015, a FGV sediará a UrbanTec Brasil 2015 - uma conferência internacional sobre as melhores estratégias de planejamento, gestão e modelos de financiamento para um desenvolvimento urbano sustentável e inteligente.

Inscrições Gratuitas!

Maiores informações em:

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Maior estacionamento solar em geração distribuída do Brasil



No último dia 18 de agosto, a UFRJ inaugurou o maior estacionamento solar do país em geração distribuída, localizado no prédio anexo do Centro de Tecnologia, da Cidade Universitária. O espaço, de 651,64 m², com capacidade para 65 carros, alocará 414 painéis solares fotovoltaicos capazes de gerar 140 mil kWh por ano. Essa energia é suficiente para abastecer até 70 residências com consumo médio de 167 kWh por mês e irá permitir uma economia de R$ 63 mil por ano na conta de luz da universidade. O uso da energia solar também resulta em benefício para reduzir o aquecimento global. Com os painéis, aproximadamente 70 toneladas de dióxido de carbono deixarão de ser emitidas por ano na atmosfera.

O projeto, cujo valor do investimento é de R$ 1,6 milhão, faz parte do programa de energia do Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da UFRJ, iniciativa que utiliza o recurso do imposto ICMS que é cobrado na conta de luz da universidade para implantar projetos sustentáveis no campus da Cidade Universitária e conta com apoio do programa Rio Capital da Energia, do governo do estado. Tendo a Coppe/UFRJ contribuído com a concepção técnica do projeto, realizada por pesquisadores do Programa de Engenharia Elétrica.

O Brasil ocupava uma posição confortável relativa a geração de energia por conta de seu grande potencial hidrelétrico. Contudo, esse potencial não atende a atual demanda. Hidrelétricas e termelétricas exercem impactos relevantes no meio ambiente. Nesse cenário a energia solar e a eólica também passam a ser cada vez mais consideradas como fontes alternativas de energia.

Sustentabilidade ambiental e desenvolvimento podem e devem caminhar juntos. Esse é mais um bom exemplo!

Fontes:
Planeta Coppe
Jornal Nacional
O GLOBO (foto)



sábado, 28 de fevereiro de 2015

Último post?


Hoje eu gostaria de me “despedir”. Coloco entre aspas porque não é algo definitivo, mas não terei mais o compromisso de fazer postagens mensais, pois estou iniciando novos projetos profissionais que demandam uma dedicação mais intensiva.

Agradeço aos leitores e deixo um “até logo” para todos!

Grande abraço,

Licia

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Novas tecnologias chegam para extrair energia de movimentos, sons, etc.



Hoje é normal lidarmos com aparelhos eletrônicos que dependem de bateria em nosso dia-a-dia e muitas vezes nós ficamos dependentes da energia proveniente de instalações elétricas para recarregar essas baterias, porém novas tecnologias estão sendo desenvolvidas para diminuir essa dependência de tomadas, trazendo energia de outras fontes muito mais práticas.

Dezenas de empresas estão se mobilizando para trazer para o mercado soluções que gerem energia a partir de fontes como movimentos, calor e sons. Esse tipo de extração de energia traz um futuro promissor, já que a demanda por eletricidade está cada vez maior.

Alguns exemplos já podem ser encontrados nos mais diversos campos. Algumas casas noturnas na Europa modificaram o piso de suas pistas de dança para absorver os impactos dos visitantes e transformá-los em energia elétrica, uma ideia parecida envolve utilizar os mesmos sensores no chão de escolas para gerar energia enquanto alunos andam pelos corredores.

Uma outra solução envolve retirar energia do calor gerado pelo corpo humano utilizando camisas especiais ou outros dispositivos vestíveis, gerando energia suficiente para alimentar pequenos aparelhos eletrônicos. Esses pequenos aparelhos eletrônicos também podem ser alimentados pela energia retirada das ondas sonoras, como mostra um experimento se uma cooperativa têxtil da Espanha que desenvolveu sensores que extraiam energia de ondas sonoras e ligavam pequenos aparelhos medidores de sinais vitais.

Um grande problema, no entanto, é que atualmente ainda é caro produzir esse tipo de equipamentos, com isso, usuários comuns podem continuar optando pelas baterias convencionais por conta do seu custo reduzido, pelo menos em um futuro próximo.

Fonte: SAPROD