Esse vídeo nos leva à reflexão sobre o desperdício diário de comida. De uma maneira bem humorada e inteligente, a proposta feita traz resultados interessantes!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Faça as suas sugestões de leis
Você pode ser mais participativo na construção de políticas públicas através de sugestões de leis municipais, por exemplo.
Caso você queria sugerir uma lei para o município do Rio de Janeiro acesse o formulário no link abaixo:
Formulário para sugestão de leis
Se quiser fazer sugestões em outras esferas de poder, procure um canal para estabelecer essa comunicação entre você cidadão e os gestores públicos.
Caso você queria sugerir uma lei para o município do Rio de Janeiro acesse o formulário no link abaixo:
Formulário para sugestão de leis
Se quiser fazer sugestões em outras esferas de poder, procure um canal para estabelecer essa comunicação entre você cidadão e os gestores públicos.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Projeto de Graduação em Engenharia Ambiental (2010)
Projeto de Graduação em Engenharia Ambiental desenvolvido sob orientação da Professora Maria Cláudia, D.Sc. (COPPE/UFRJ).
Abaixo o link do trabalho para consulta:
ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE AGREGADO RECICLADO EM COBERTURA DE ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Abaixo o link do trabalho para consulta:
ANÁLISE DA APLICAÇÃO DE AGREGADO RECICLADO EM COBERTURA DE ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Ônibus Elétrico
Além de não poluir o ar, também é silencioso. Contribuindo para a redução dos efeitos da poluição sonora nas cidades, cuja uma das consequências é o estresse vivido por todos nós, mas principalmente pelos motoristas de ônibus. Também não há o calor característico emitido pelos motores convencionais.
No entanto, de acordo com essa reportagem, o custo do ônibus é cerca de 3 vezes maior do que do ônibus atualmente usado. Mas devemos lembrar de todos os custos implícitos que a sociedade arca pelo ar poluído e pelo estresse vivido. Há determinadas situações que podemos lembrar daquela frase "há coisas que não tem preço". O benefício tido superaria os custos envolvidos.
As empresas de ônibus poderão escolher se irão adotá-lo ou não.
Será que o poder público não poderia obrigar que eles sejam adotados de forma paulatina? O interesse público deve vir antes do interesse privado. Aí podem entrar subsídios para que o custo adicional não seja repassado para os passageiros.
A sustentabilidade urbana a longo prazo precisa de ações como essa.
Ainda há outro benefício, como a contribuição para o não agravamento da intensificação do efeito estufa.
Mas claro, não vamos acreditar que só essa atitude resolva nossos problemas. Há também o metrô, trens, hidrovias, bicicletas, etc!
Sigo confiante de que os gestores de políticas públicas irão perceber essa oportunidade.
Confira a matéria na íntegra no link abaixo:
Ônibus Elétrico é testado no Rio de Janeiro
terça-feira, 1 de abril de 2014
Deslocamento nas cidades
Nessa figura é visto que para transportar a mesma quantidade de passageiros (190 passageiros), pode-se utilizar 127 veículos de passeios, considerando-se a média de 1,5 passageiros por carro, 2 ônibus convencionais ou apenas 1 ônibus articulado de maior capacidade, como um ônibus muito utilizado em sistemas BRTs (Bus Rapid Transit).
O uso da bicicleta
para deslocamentos nas cidades brasileiras ainda é pouco explorado. A bicicleta
ainda é vista como uma forma de lazer ou para praticar atividade física, o que
pode ser considerado um paradigma. Entretanto em cidades europeias como, por
exemplo, Amsterdã na Holanda, elas também são usadas para ir ao trabalho, ao
local de estudo e até mesmo para fazer compras, desde que a distância entre
origem e destino assim o permitam. Essa prática contribui para que o trânsito
flua melhor além de diminuir a poluição do ar, dentre outros benefícios.
Para que essas vantagens possam também ser vistas no Brasil, é
necessária que se tenha uma via adequada para o deslocamento desse veículo – a ciclovia. Essa via precisa seguir
normas e padrões que constam no Código de Trânsito Brasileiro - lei nº 9.503,
de 23 de setembro de 1997. Infelizmente podemos observar ciclovias na cidade do
Rio de Janeiro que não seguem tais normas.
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, lei nº 9.503,
de 23 de setembro de 1997, somente o CONTRAN –
Conselho Nacional de Trânsito – pode elaborar a sinalização das vias
brasileiras. Apesar disso, na cidade do Rio de Janeiro podemos observar
sinalização em ciclovias não compatível com as determinadas pelo CONTRAN. É
válido ressaltar que muitas das ciclovias existentes na cidade são anteriores
ao CONTRAN. Porém a Resolução nº 180, de 26 de agosto de 2005 que aprova o volume
I - sinalização vertical de regulamentação, do Manual Brasileiro de Sinalização
de Trânsito, diz em seu Art. 3º: os
órgãos e entidades de trânsito terão até 30 de junho de 2006 para se adequarem
ao disposto nesta Resolução.
Outra resolução nº 243, de 22 de junho de 2007, que aprova o volume II – sinalização vertical de advertência, do Manual
Brasileiro de Sinalização de Trânsito, diz em seu Art. 3º: os órgãos e entidades de trânsito terão até 30 de junho de 2008 para se
adequarem ao disposto nesta Resolução. Passados quase três anos do prazo
para adequação, não pode haver justificativa para a atual existência de
sinalização não compatível com as determinadas pelo CONTRAN nas ciclovias
brasileiras. Essa padronização é importante, pois o mesmo ciclista poderá circular
por diferentes regiões do Brasil, sem que haja confusão no entendimento da
sinalização. Isso acarretará em menores probabilidades de acidentes.
A intensificação do uso de ciclovias nas
cidades está ligada à melhoria da qualidade do ar no ambiente urbano e
consequentemente da qualidade de vida dos cidadãos. É válido lembrar que há de
certa forma uma poluição indireta quando se estimula o uso da bicicleta, pois
são emitidos gases poluentes em seu processo de fabricação, mas esses também
são emitidos pelas fábricas de automóveis e de outros veículos de locomoção. Portanto
é necessário hierarquizar o que devemos estimular com relação à mobilidade
urbana:
1)
Andar a pé:
Para curtas distâncias é preferível que o
cidadão opte pela caminhada, isso permite não apenas a sua locomoção sem que
haja liberação de gases poluentes, mas também é uma prática saudável tanto para
o corpo quanto para a mente quando nos permite observar os espaços públicos
assim como comércio, arquitetura e beleza da paisagem.
Para que isso se torne uma forma agradável de
deslocamento, os espaços urbanos precisam ser projetados de maneira que o
pedestre tenha segurança no caminhar, com calçadas bem niveladas, arborização
para que a sensação térmica seja melhor, espaços mais amplos direcionados aos
pedestres, ausência de carros estacionados nas calçadas, áreas de convivência e
encontro. Esses itens não esgotam as possibilidades de se tornar essa forma de
deslocamento mais atrativa para os cidadãos.
2)
Usar a bicicleta
Este segundo e importante item pode ser estimulado
para curtas e médias distâncias (“intrabairro” e interbairros) que variam de
acordo com a percepção de cada indivíduo, levando-se em conta o tempo que cada
cidadão está disposto a gastar em seu deslocamento. Isso só será possível com a
construção e adequação de ciclovias que atendam as exigências do Código de Trânsito
Brasileiro e do CONTRAN.
Dessa forma as cidades poderão oferecer uma
alternativa segura e agradável de deslocamento para seus habitantes. Além
disso, o uso das ciclovias deixa de lançar diversos gases poluentes na
atmosfera se esses cidadãos tivessem optado pelo transporte por automóvel.
Dentre esses gases estão: o gás carbônico (CO2), monóxido de carbono
(CO), óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC), óxidos de
enxofre (SOx), partículas inaláveis (MP10), etc.
3)
Usar o transporte público
Quando o deslocamento a pé ou por bicicleta
não for possível por razões como, por exemplo, deficiência física, grandes
distâncias e tempo maior do que o disposto pelo cidadão para o deslocamento,
dentre outros, o uso do transporte público deve vir como a próxima opção.
Dentre as opções de transporte de massa temos
os trens, os bondes, o metrô, as barcas, os ônibus, etc. Cada qual com suas
particularidades, deve-se pensar na integração intermodal para que haja uma
significativa cobertura da cidade assim como capilaridade. As Regiões
Metropolitanas devem também ser consideradas no planejamento dos transportes,
pois é muito comum nessas regiões, pessoas que moram em um município e
trabalham em outro. Além disso, a integração do transporte público com as
ciclovias deve ser levada em consideração na concepção dos projetos referentes
a esses transportes. Como, por exemplo, a colocação de bicicletários nas
estações de metrô.
4)
Usar o automóvel.
O uso do automóvel não deve ser estimulado
como meio de transporte na rotina dos cidadãos. A ida para o trabalho, o estudo
e a volta para casa, que são os principais motivos de deslocamento no horário
de maior tráfego, deve ser pensada de forma a priorizar o uso das três
modalidades anteriormente expostas.
Isso somente será contemplado se forem
colocadas as condições favoráveis para que o cidadão que tenha a opção de usar
o automóvel, se sinta estimulado a optar por outra modalidade de transporte.
Isso pode ser atingido, dentre outras opções,
cobrando-se altos valores para o estacionamento de carros e não cobrando pelo
estacionamento das bicicletas, sendo esses seguros e adequados. Deve-se levar
em consideração que os automóveis que transportam pessoas com dificuldade de
locomoção sejam permitidos de estacionarem pagando-se valores menores.
Segundo FILIZOLA et al, as emissões gasosas causadas por veículos carregam diversas
substâncias tóxicas que, em contato com o sistema respiratório, podem produzir
vários efeitos negativos sobre a saúde. Para se ter uma ideia da proporção de
poluição que esses veículos jogam na atmosfera comparando-se com outras formas
de emissão, os veículos automotores são responsáveis pelas emissões de 83,2% de
CO; 81,4% de HC; 96,3% de NOx; 38,9% de MP10 e 53% de SOx na Região
Metropolitana de São Paulo, concluindo que estes produzem mais poluição
atmosférica que qualquer outra atividade humana.
Com o exposto, podemos perceber que existem múltiplas
soluções para a melhoria da mobilidade urbana. Esse ganho se dá também na
melhoria da qualidade do ar das nossas cidades. Não é apenas fazer novas ciclovias,
mas pensar a integração com os diversos meios de transporte. A cidade deve
oferecer além de trabalho, educação, acesso à cultura e a saúde, mas também
qualidade de vida. Um ar mais limpo contribui para esse fator quando a emissão
de gases poluentes por passageiro diminui. A mobilidade urbana entra como um
fator fundamental para que isso possa ser alcançado.
·
FILIZOLA, Í. M., YAMASHITA, Y., VERAS C. A.
G.l. Nível de emissão de gases de
veículos automotores leves do ciclo otto: valores referenciais. Disponível
em: http://www.cbtu.gov.br/estudos/pesquisa/anpet_xviiiCongrpesqens/rt/RD_arq33.pdf. Acesso em 01 de maio de 2011.
· MATTOS, T. D. M., Análise de projetos de redução de emissão de gases de efeito estufa no
setor de transportes no Brasil – o estudo de caso do BRT no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro: UFRJ / Escola Politécnica, 2011.
·
Volume I - Sinalização Vertical de Regulamentação, do
Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito.
· Volume II – Sinalização Vertical de
Advertência, do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito.
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